Sign inSign up
DiscoverGuidesWorkspace
Marcelo Silveira, quando o coração floresce (ira, solidão, alegria, carinho)

Marcelo Silveiraquando o coração floresce (ira, solidão, alegria, carinho), 2005 / 2006

madeira cajacatinga e couro

About the artist

A prática de Marcelo Silveira (n. 1962, Gravatá, Brasil) parece questionar categorias pré-estabelecidas, ao desafiar e tensionar definições aparentemente consolidadas de escultura, instalação e colecionismo. Sua produção move-se a partir do interesse pela materialidade. Tudo pode ser objeto de trabalho: madeira, couro, papel, metal, plástico e vidro são apenas alguns dos elementos explorados. Contudo, também é fundamental a configuração por eles assumida, que pode ser criada a partir do repertório formal comum àqueles objetos – garrafas e copos de vidro, por exemplo – ou pela recriação de formas familiares e comuns em matérias inesperadas – como Silveira faz com a madeira, por exemplo. O colecionismo, de fato, constitui estratégia privilegiada do artista, ao lado do constante jogo entre apropriação e produção. Essas operações aparecem em seu trabalho de diversos modos, seja pelo acúmulo de artefatos encontrados no mundo – como cartões postais, réguas dedesenho, vidros de perfume, etc. –,em objetos que remetem a utensílios domésticos, mas desprovidos de qualquer utilidade, ou até pela apresentação dos trabalhos sob a forma de conjuntos, em que cada fragmento se integra àquela totalidade, ressignficando-a. Nesse sentido, a organização é fundamental na prática de Silveira, não só como estratégia expositiva, mas também para conferir novo sentido a esses objetos, que possuem a potência de despertar memórias afetivas. Marcelo Silveira vive e trabalha em Recife, Brasil. Exposições individuais recentes incluem: O que sustenta, no Paço Imperial (2026), em Rio de Janeiro, Brasil; Hotel solidão , na Nara Roesler (2022), em Nova York, USA; Compacto com pacto , no Sesc Triunfo (2019), em Triunfo, Brasil; Compacto mundo das coisas , na Galeria Nara Roesler (2019), em São Paulo, Brasil; Com texto, obras por Marcelo Silveira , no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS) (2018), em Sorocaba, Brasil; Censor , no Museu da Imagem e do Som (MIS) (2016), em São Paulo, Brasil; e 1 Dedo de Prosa , no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) (2016), em Recife, Brasil. Participou da 5ª e 10ª Bienal do Mercosul, Brasil (2005 e 2015); da 4ª Biennale de Valência, Espanha (2007); 29ª Bienal de São Paulo, Brasil (2010); 35º Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), São Paulo, Brasil (2017); além das mostras coletivas: Língua solta , no Museu da Língua Portuguesa (2021), em São Paulo, Brasil (2021); Triangular: Arte deste século, na Casa Niemeyer (2019), em Brasília, Brasil; Apropriações, variações e neopalimpsestos , na Fundação Vera Chaves Barcellos (FVCB) (2018), em Viamão, Brasil; Contraponto – Coleção Sérgio Carvalho , no Museu Nacional da República (2017), em Brasília, Brasil; Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos , na Oca (2017), em São Paulo, Brasil. Suas obras integram importantes coleções institucionais, tais como: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), Recife, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil.

You may also like

Loading related artworks
Marcelo Silveira

You may also like

Marcelo Silveira

de memória, 2013

colagem em papel e madeira

210 x 460 cm

My collectionSave

Dan Graham

Tight Squeeze, 2015

Two-way mirror, perforated metal, stainless steel

90 1/2 x 200 x 70 7/16 in

My collectionSave

Marcelo Silveira

combinação torreão, 2004

My collectionSave

Tomie Ohtake

Sem título, 1979

tinta óleo sobre tela

100 x 100,2 cm

My collectionSave